Friday, February 12, 2016

MOSQUITOS, CADA VEZ MAIS INVISÍVEIS, DIMINUTOS E RESISTENTES

Era jovem e achava que podia ganhar dinheiro trabalhando muito e fazendo qualquer coisa.
Foi quando me meti a ser vendedor. Não dava para a coisa, e só me meti em roubada. Vendi cosméticos, maquina de lavar roupa a domicílio, enciclopédia, plano de cemitério parque.
Numa dessas me meti a vender aqueles aparelhinhos de comunicação, os tais pagers.
Achando que a coisa podia interessar as dedetizadoras me encaminhei a uma. Nesse plano me deparei com um louco. O cara tinha em cima da mesa um monte de vidrinhos cheios de inseto. Pesquisava a mutação genética dessas pragas urbanas, das baratinhas as formigas. Explicou-me que as baratinhas de apartamento estavam se tornando cada vez mais pequenas, e as formigas ficando cada vez mais transparentes. 
Hoje vejo que tinha razão. Olho em minha volta e vejo que os mosquitos também são assim.
Meu exército para conseguir ir até as 4 da madrugada numa certa paz é impressionante, uma parafernália de objetos e químicos de dar inveja a qualquer pesquisador
De tanto inseticida que uso acho que vou morrer intoxicado. Serei enterrado pelos mosquitos num cortejo aéreo.
E não adianta vir com citronela, cravo e limão, os mosquitos daqui são cachaceiros, naturebas viciados em inseticida, cheiram de tudo, transformam em batida e ovos de boteco, e vem me picar depois. Eu bêbado de sono, eles ligadões!
Isso sem me esquecer que na cama uso cortinado, mas eles entram pelos buraquinhos do filó. Não respeitam nada, nem tela de janela. 
Estou ficando paranoico.

O Blog do Billy Birão​ já falou sobre eles em http://politicacomovcve.blogspot.com.br/2016/02/um-exercito-de-lagartixas-e-aranhas-no.html

Saturday, February 28, 2015

A BRIGA DOS FOODS TRUCKS COM OS VERDADEIROS DONOS DAS RUAS

"Food Truck" português vandalizado
Existe um clima de encantamento e sedução com essa história dos "foods trucks" no Brasil.
Encantamento pelo fato de que todo mundo quer abrir um bar, um restaurante com uma gastronomia diferenciada. Sedução pela facilidade de estar onde o cliente está.
Venho me interessando pelos trucks já há uns 5 anos, muito antes da idéia virar moda por aqui. Sou um adepto da comida rua, a chamada "street food", desde muito tempo e sempre que posso corro atrás de um podrão que tenha qualidade e limpeza.
Na minha opinião, o estouro dos "foods trucks" no Brasil está relacionado em muito a dois fenômenos, o ensino da gastronomia em nível superior propiciado pelo financiamento estudantil, e a facilidade das viagens ao exterior propiciada pelo dólar barato.
Com relação ao ensino superior de gastronomia, não existe lugar para colocar tanto recém formado, basta ver a quantidade de inscritos para estes "realitys show" televisivos. A profissão de "chef de cozinha", que vem sendo carregada por um certo glamour pelo marcado, é pedreira e nenhum garoto classe média quer arranjar emprego num restaurante para começar lavando prato. Todos querem começar por cima, e por cima estão os donos do negócio.
Ai só resta uma solução, montar o seu negócio. Mas ai pega, pois o preço de um bom ponto comercial está pelos olhos da cara. Os filhos de papai até se arriscam, pois ninguém quer saber do seu filho desempregado por ai.
A saída encontrada pelo mercado gastronômico então foram os "foods trucks".
No início encontraram a resistência dos donos de bares e restaurante, que não queriam vê-los estacionados em frente ao seu estabelecimento comercial fazendo concorrência. Tiveram que se abrigar nos espaços fechados sub-locados, ou nos chamados "festivais gastronômicos".
Só que o olho grande dos donos dos terrenos começou a subir, e a diária já chega em alguns lugares a R$ 2.500,00 para estacionar.
Dai antevejo uma outra encrenca, esta resultado da entrada dos "foods trucks" na novela da Globo. O fenômeno "food truck" vai se popularizar ainda mais, e irá crescer a febre dos caminhõezinhos de comida, o que fará que eles tenham de ir para a rua de vez.
Ai vão encontrar a resistência de barraqueiros, topiqueiros, donos de trailers, carrocinhas de tudo que é tipo, vendedores ambulantes e afins.
E estes como não tem capital para montar um negócio que requer por baixo, para ficar legal, cerca de R$ 350.000,00, vão chiar.
Como tem prestígio social e político, leia-se voto, pois em geral são de comunidades com bastante gente que vota no cabresto, a guerra estará declarada e muitos "foods trucks" correm o risco de serem vandalizados, virados ou até queimados, num exemplo pior do que o deste português.
Deus creia que eu esteja errado!

Thursday, February 26, 2015

AS CINZAS DOS 50 TONS DA PAIXÃO DE BOB DEVASSO

Não vi o filme, nem li o livro "50 Tons de Cinza", mas a temática me é peculiar e parece interessante.
Falam de uma história "sensível", no melhor estilo "porno chic".
Meu amigo Bob Devasso, de induvidavel raiz machista, chegou outro dia no boteco querendo levantar a discussão. 
"Toda mulher gosta de apanhar" ironizou lembrando a frase famosa de Nelson Rodrigues.
Não chegaria a esse extremo, mas o sadomasoquismo presente em outras obras de sucesso, permeia as fantasias de homens e mulheres que gostam de sexo. 
Na defesa da sua tese rodriguiana Bob Devasso saiu-se com uma estória. 
Certa vez estava na cama de uma exuberante dama, de hábitos finos e gestos sofisticados quando ela gritou "Me bata!".
Meio que espantado e para não fazer feio deu-lhe um tapinha, tipo aqueles que se dá em bumbum de criança malcriada. 
A dama permaneceu carente em seu desejo e retrucou "Bate mais!".
O pobre do Bob Devasso de mão ardida de tanto tapinha besta, sentiu que não estava agradando, e que na certa iria perder o piteu para um outro carcamano, e perguntou na sua inocência de marinheiro de primeira viagem "Está bom assim?".
Foi quando a surpresa arremeteu-o a insanidade do ato ao ouvir a resposta da bela rapariga.
"Eu quero porrrada, dessas de briga de rua de torcida organizada! " berrou a bela.
Não foi preciso dizer que o hematoma e os arranhões fizeram dele um agressor contumaz, quando ela deu queixa na delegacia. 
Passado um tempo, ela retirou o processo, e ao caminharem pelo calçadão da praia se reencontraram.
Ela toda assanhada, e com um olhar brilhante cheio de desejo exclamou:
"Estou com saudade daquela nossa noite de luxúria! "
Bob Devasso, tomado de um instinto quase animal, saiu correndo numa desabalada carreira, e nunca mais dela falou.
Retomou a história para retirar as cinzas da lembrança, e esquecer dos seus cinquenta tons.

Sunday, April 20, 2014

Caçadores Correm Atrás da Melhor Comida de Boteco

Pedro Landim, O Dia

Uma colher de azeite para blindar o estômago, reza a sabedoria popular, e vale o conselho pouco ortodoxo da médica Adriane Cruz, 37, para quem entra na van com destino a diversos botequins: “Segura na mão de Deus e vai!”. Outro dia, durante uma caravana de botecos, ela e um amigo resolveram puxar um samba e a turma foi de Copacabana ao Cachambi batucando no latão de maionese descolado em birosca da Ladeira dos Tabajaras. A animação impera a cada fim de semana, em veículos lotados que traçam mapa saboroso do Rio criando um dos mais divertidos programas da cidade.

No rastro do Comida di Buteco, concurso que ocupa 31 bares até o dia 11 de maio, oferecendo petiscos para a votação popular, grupos de diversas regiões visitam de quatro a seis bares no mesmo dia, um divertido pé na jaca coletivo com motorista esperando na porta do botequim.


“O pessoal da Zona Sul amplia horizontes e vem para o subúrbio ver que aqui não tem bala, só cachaça perdida”, diz a contabilista Andrea Monteiro, 38, que forma com o marido Welles uma ‘entidade’ conhecida nas redes sociais como Originais do Buteco.
E a relações públicas Renata Iannarelli, 41, lembra que é mais seguro beber entre amigos, e que o alto astral aproxima as pessoas. E azaração, rola? “O casal que se forma na caravana tem vida longa. Estou solteira e sonho conhecer um cachaceiro, quer dizer, botequeiro como eu”, revela Renata, que na sexta-feira pegou a barca rumo a Paquetá e o bar da Tia Leleta, inaugurando as caravanas ‘aquáticas’.

No mesmo grupo, o administrador de redes Marcos Bonder, criador do blog Bond Buteco, comenta: “Os botequins são ecléticos, baratos e democráticos. Histórias de vida que passaremos aos filhos”.
Para aguentar o tranco de cerca de 10 horas comendo receitas que arrepiam nutricionistas, e cedendo a tentações como aquela cachacinha, há estratégias que o leitor confere ao lado. “Nos dois primeiros bares tem que apenas beliscar. A jaca só deve chegar no quarto boteco”, ensina Renata. “Tem que beber água o tempo todo e focar no petisco concorrente, sem desvios no cardápio”, afirma Adriane.
E resume o espírito da coisa: “Para nós, é o segundo carnaval do ano. A caravana é um bloco que nos leva a lugares que de outra forma não conheceríamos”. É ligar o GPS e partir para dentro.

DICAS

CAFÉ DA MANHÃ. Não é nada aconselhável tomar o primeiro gole de cerveja em jejum. Na manhã da caravana, privilegie os sucos. Um pão na chapa é boa escolha, além de frutas variadas, porque mais tarde você só vai encontrá-las amassadas na vodca.

HIDRATAÇÃO. O ideal é que todos façam uma ‘vaquinha’ para deixar um pequeno estoque de água na van. Isopor com cervejas também é válido, mas é preciso conhecer os próprios limites e segurar o ímpeto. Calma que o próximo boteco já vai chegar.

LIDERANÇA. É preciso eleger um líder para a caravana, que já tenha experiência em bondes anteriores e cujas ordens sejam obedecidas. O ‘síndico’ tem que saber o difícil momento de bater em retirada. Mesmo que um bar seja maravilhoso, não há tempo a perder quando a ideia é conhecer muitos mais.

PLANEJAMENTO. Ligar para os bares e avisar da caravana é boa ideia, e escolher os primeiros horários do dia para os mais cheios. Meio-dia é boa hora para chegar ao primeiro. Pode-se perguntar pelos preços da casa e fazer cálculo aproximado das despesas. Assim como a van, estas podem ser pagas com depósitos prévio na conta do líder, que ficará responsável pela contabilidade. Se o esquema for cada um pagando sua conta, é melhor ter dinheiro em espécie para ganhar agilidade.

FARMÁCIA. Remédios como Engov, Neosaldina e Luftal fazem sucesso nas caravanas, assim como os ‘digestivos’ Motilium e Digesan. Se informe com um médico e monte a farmácia mais adequada a suas necessidades.

ONDE ACHAR

ADEGA PÉROLA
 Rua Siqueira Campos 138, Copacabana (2255-9425). Seg a sáb, das 11h à meia-noite. Buraco Quente: pão de sacadura recheado com catupiry e picanha suína grelhada, temperada com ervas finas (R$ 20).


ANGU DO GOMES
 Rua São Francisco da Prainha 3, Saúde (2233-4561). Seg a qui, das 11h às 23h. Sex, das 11h às 2h. Sáb, das 11h às 17h. Churros do Gomes: porção com três unidades de churros salgados de agrião, com recheio de costela bovina e farofa salgada, acompanha molho (R$ 15).


ANTIGAMENTE
 Rua do Ouvidor 43, Centro (2507-5040). Seg a sex, das 11h30 às 22h30. Sáb, das 11h30 às 18h. Me Enrolei na sua Costela: porção com duas unidades de canudo de massa caseira recheada com costela bovina, provolone e alho-poró
 (R$ 15,90).


BAIXO ARAGUAIA
 Rua Araguaia 1.709, Freguesia, Jacarepaguá (3392-3760). Seg a sex, das 18h à meia-noite. Sáb, de meio-dia à 1h. Dom e feriados, de meio-dia às 23h30. Galeto Bebibebum: 250g de carne de galeto marinado na cerveja e servido com batata palha, tomate, salsa e farofa da
 casa (R$ 25).


BAIXO GAGO
 Rua Gago Coutinho 51, Laranjeiras (2556-0638). Seg a sáb, das 10h à meia-noite. Dom, das 10h às 18h. Arrumadinho do Baixo Gago: carne de sol fatiada com feijão verde, cebola roxa, temperos e farofa amarela, e molho especial de ervas finas (R$ 39,90).


BAR DA FRENTE
 Rua Barão de Iguatemi 388, Praça da Bandeira (2502-0176). Ter a sáb, de meio-dia às 22h. Dom, de meio-dia às 16h. Porquinho de Quimono: seis unidades de massa harumaki recheada com costelinha suína defumada e requeijão de ervas, acompanhada de molho agridoce (R$ 24).


BAR DA PORTUGUESA
 Rua Custódio Nunes 155, Ramos (2260-8979). Ter a qui, das 17h às 22h. Sex, das 17h às 23h. Sáb, das 11h às 18h. Dom, das 10h às 16h. Trio Ternura: três risoles nos sabores de bacalhau, siri e costela de porco (R$ 18).


BAR DO BAIANO
 Rua Euclides da Rocha 546, Morro dos Cabritos/Tabajara, Copacabana (99258-5636/ 98399-8090). Ter a sáb, das 11h à meia-noite. Dom, das 11h às 22h. Delícias do Mar: siri, lula, filé de peixe, mexilhão e camarão cobertos com parmesão (R$ 25).


BAR DO CAMARÃO
 Colônia de Pescadores Z-10, Rua Antônio Sales 4, Ilha do Governador (3472-3973). Qua a sex, das 17h às 23h. Sáb, das 13h às 23h. Dom, de meio-dia às 18h. Rei do Mangue: ‘caranguejos’ formados por batatas com patinhas de caranguejo à milanesa espetadas (R$ 25).


BAR DO DAVID
 Ladeira Ari Barroso 66, Morro Chapéu Mangueira, Leme (7808-2200). Ter a dom, de meio-dia às 20h. Dubai Carioca: oito bolinhos de arroz com sardinha (R$ 24,90).


BAR DO MOMO
 Rua General Espírito Santo Cardoso 50, Tijuca (2570-9389). Seg a sáb, das 14h às 22h. Dom e feriados, das 10h às 18h. Farol de Milha: porção de filé de lagarto recheado com linguiça, intercalado por queijo meia cura, servido com ovo estalado por cima e torradas de alho (R$ 25).


BAR DO OMAR
 Rua Sara 114, Morro do Pinto, Santo Cristo (2518-3881). Ter a sex, das 11h30 às 23h. Sáb, das 11h às 23h30. Dom e feriados, das 11h Às 22h. Omaravilha: porções de picanha suína, linguiça de porco e queijo coalho com pão de alho (R$ 29).


BENDITHO BAR
 Rua Baltazar Lisboa 47, Vila Isabel (2208-2346). Ter a sex, das 17h à meia-noite. Sáb, das 13h à meia-noite. Dom, das 13h à 23h. Risotinho dos Deuses: risoto de carne-seca com queijo coalho, abóbora e couve refogada (R$ 24).


BOTECO CARIOQUINHA
 Avenida Gomes Freire 822, Lapa (2252-3025). Dom a qui, de meio-dia à 1h. Sex e sáb, de meio-dia às 2h. Agora é a Vez da Rosca: tradicional biscoito de polvilho com carne-seca e tempero especial da casa (R$ 24,90).


BOTECO OPUS
 Rua Gonçalves Dias 80, Centro (2252-0604). Seg a sex, das 10h às 18h. Flor de Opus: mix de pernil, carne assada, calabresa, gorgonzola e parmesão (R$ 28).


BOTERO
 Mercado São José das Artes. Rua das Laranjeiras 90, Laranjeiras (3235-6314). Seg, de meio-dia às 20h. Ter a sáb, de meio-dia às 23h. Dom, das 13h às 18h. Croque Meu Sinhô: versão brasileira do sanduíche francês, com mortadela, queijos e pasta de grão de bico. Porção com oito (R$ 26).


CACHAMBEER
 Rua Cachambi 475, Cachambi (3597-2002). Ter a sex, das 17h à meia-noite. Sáb, de meio-dia à meia-noite. Dom e feriados, de meio-dia às 18h. Olha a Marra do Porquinho: pancetta italiana servida em cubo com alho assado no azeite e ervas, e molhos de mostarda com mel e de limão com abacaxi (R$ 36,90).


CALDO BELEZA
 Rua Senador Vergueiro 238, Flamengo (2554-4841). Seg a sáb, das 17h à meia-noite. Dom, das 13h às 21h. Dois em Um: porção de pastel com recheio de pirarucu com banana da terra, acompanha vinagrete de mexilhão (R$ 35).


DA GEMA
 Rua Barão de Mesquita 615, Tijuca (3549-0857). Seg a sáb, das 10h à meia-noite. Dom, das 10h às 18h. Matuto: cubos de frango com farofa de quiabo de milho flocado (R$ 25).


GALETO SAT’S
 Rua Barata Ribeiro 7, Copacabana (2275-6197). Diariamente, de meio-dia às 4h. Sat’s em Campo: pirão de queijo com coco sobre cama de carne-seca desfiada, acompanham torradas (R$ 25).


GRACIOSO
 Rua Sacadura Cabral 97, Centro (2263-5028). Seg a sex, das 11h à meia-noite. Du Calhau: quatro unidades de bolinho de bacalhau feito com aipim (R$ 20).


IMACULADA
 Ladeira João Homem 7, Morro da Conceição, Centro (2253-3999). Seg a sáb, das 11h às 21h. Ressuscita-me: caldinho de abóbora com camarão e gengibre (R$ 18,50).


MANI E OCA
 Rua Joaquim Palhares 513, Praça da Bandeira (2293-5548). Seg e feriados, de meio-dia às 18h. Ter a qui, de meio-dia às 21h. Sex e sáb, de meio-dia à 23h. Vem Ni Mim que Te Levanto: três caldos, nos sabores mocotó, ossobuco com abóbora e frutos do mar. Acompanham chips de mandioca e cachaça de tangerina (R$ 28).


NORDESTINO CARIOCA
 Avenida Sargento Carlos Argemiro Camargo 49, Anil, Jacarepaguá (3412-3353). Ter a qui, de meio-dia às 21h. Sex e sáb, de meio-dia às 23h. Dom e feriados, de meio-dia às 17h. Bolão de Dois: almôndega de carne bovina recheada com queijo coalho (R$ 27).


ORIGINAL DO BRÁS
 Rua Guaporé 680, Brás de Pina (3866-1313). Ter a qui, das 16h às 23h. Sex e sáb, das 14h30 às 23h30. Dom, das 13h às 17h. Agnus Dai e Seus Amigos: caftas de carne de cordeiro, carne bovina com linguiça calabresa e carne suína, acompanhadas de molhos especiais (R$ 30).


PALHINHA
 Rua Humaitá 12, Humaitá (2539-5709). Diariamente, de meio-dia à meia-noite. Sabor Brazuca: porções de filé aperitivo com molho curry e ervas, drumete de frango marinado na cerveja e empanado com nozes, e ovos de codorna (R$ R$ 29,90).


PONTAPÉ BEACH
 Praia da Ribeira 63, Ribeira (3495-2285). Ter a sex, das 18h à meia-noite. Sáb, de meio-dia à meia-noite. Dom, de meio-dia às 17h. Pontapé Inicial: três bolinhos de arroz à milanesa e um potinho de camarão com Catupiry (R$ 15).


SOBRAL DA SERRA
 Rua Carolina Machado 1.058, Oswaldo Cruz (3390-4199). Dom a qui, de meio-dia às 16h. Sex e sáb, de meio-dia às 21h. Bacalhau um Terço: nacos de bacalhau refogado em cebola com batatas em cubinho (R$ 29).


SUPER GUANABARA
 Rua Conde de Bonfim 35, Tijuca (2568-5110). Seg a sex, das 6h à meia-noite. Costelinha Brasileira: porção de costelinha suína e molho de abacaxi com hortelã (R$ 26)


TIA LELETA
 Rua Doutor Lacerda 18, Ilha de Paquetá (3397-0656). Ter a dom, das 10h às 23h. Pérola da Guanabara: bolinho de siri com molho de pimenta especial (R$ 4).


VARNHAGEN
 Praça Varnhagen 14, Maracanã (2254-3062). Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 11h30 às 17h. Copa Cubana: copa lombo de porco, acompanhada de banana à milanesa frita (R$ 28).

Tuesday, August 27, 2013

Monday, June 24, 2013

Corruptos São os Outros

Bob Devasso tem disso. 
Além de cumpridor dos compromissos com a pensão das ex-mulheres, odeia corrupção.
Sempre viveu honestamente, apesar de nunca ter tido um trabalho que pudesse chamar de seu.
Todas as suas mordomias, casas de luxo, carrões foram ganhos de maneira transparente.
Sua vida, contada em verso e prosa pelos amigos, sempre teve a figura da viúva ao seu lado.
E viúva aqui não é nenhuma mulherzinha gostosa pela qual tenha se apaixonado, e falecido em seus braços.
A santa viúva é o estado, o erário público, a mãe de todos os amigos que ajudam Bob Devasso a sobreviver.
Chamam-no às vezes de consultor, outras de lobbystas, algumas de intermediário, testa de ferro.
O seu bate todo mês na conta, em dólar ou em real, as vezes em euros ou yuan, religiosamente.
Discreto, nunca quis saber de onde vem a bufunfa. Seu negócio é receber e gastar.
Os pés nos palácios, numa repartição, nunca botou, assim como nunca atravessou a porta envidraçada de uma multinacional ou estatal.
Ou seja, de oficial só mesmo o bom nome, o qual não consta nem em cartão de visita.
Recentemente sentado a mesa de um boteco acertou mais uma "participação comissionada", que é como ele chama toda a dinheirama que recebe.
Mal sabia que o lugar estava sendo bisbilhotado por um promotor com ajuda de agentes da polícia federal.
Nesses momentos sua voz é emitida em sussurros, quase rosnando. Usa uma prótese que permite disfarçar o tom e a sonoridade do verbo no caso de qualquer gravação.
Dias se passaram e os federais armaram o flagrante. Justo numa puta greve dos bancos, e em meio a uma grave crise cambial.
Tinha caído na besteira de aceitar que a grana chegasse ao vivo, numa daquelas famosas maletas 007.
No que viu a movimentação dos homens de preto entrando boteco adentro, jogou para o alto o monte de notas de 100 e gritou:
"Quem foi que botou toda essa dinheirama no meu colo?! Sou um cara honesto, incorruptível."
Ao fim das diligências, do chamado processo legal saiu ileso. 
Graças a uma lei que punia as empresas corruptoras, foi para casa viver a vida.
Era um cara honesto, de moral ilibada, e nada contra ele foi provado.

Tuesday, June 18, 2013

O Dia em Que Marchei pelo Brasil

Não fui a passeata com a intenção de ser contra nada.
Queria estar no meio da rapaziada, arranjar uma namorada, beijar na boca, sei lá o que.
Tinha marcado com Zeca Traveco num botequim ali da Cinelândia, duas da tarde pra não perder a movimentação.
Zeca Traveco gostava da bagunça sempre de olho numa mina gostosa, daquelas que tivessem bundão.
Não foi a toa que ganhou o apelido. Certa vez foi atrás de uma que tinha a mesma coisa que ele, só que com a traseira recheada de silicone. Mulherengo nato, nem prestou atenção na mão peluda e na cara com barba por fazer do traveco.
Como sempre atrasado, me deixou ali esperando por mais de uma hora, tomando uma gelada de olho na movimentação.
Cansado de esperar fui vendo passar as mais variadas figuras.
Tinha engraxate querendo uns trocados, punk com boca de índio, periguete assanhada de livro na mão, vozona dependurada na bandeira do Brasil levando o neto a tiracolo, executivo de terno e gravata estendida no pescoço, senhoras com antigos trajes do movimento hippie, ou seja, com todo tipo de gente tinha que dar certo, pois o Brasil estaria ali representado.
Quando Zeca Traveco chegou tomamos mais uma, paguei a conta, e começamos a nos perguntar como seria.
Em frente ao Municipal vi umas meninas pintando o rosto, com a mesma pintura do “fora Collor”. Foi só olhar na direção e veio uma pintando meu rosto.
A última vez que tive o rosto pintado foi no “bloco das piranhas” lá do bairro. Nunca mais me esqueço da namorada rindo de mim com aquela cara de veado. 
Vencido o constrangimento comecei a me sentir mais enturmado. Já não era mais aquele careta desbundado que, além de não andar de ônibus não descolava o traseiro da frente do computador pra ir na rua tomar um café.
Na altura do prédio da Caixa Econômica comecei a cantarolar a minha primeira palavra de ordem. Ao meu lado, Zeca Traveco tinha começado a se dar bem com uma mulherona, que carregava na mão a bandeira de um certo PCO. “Mãos ao alto, a tarifa de ônibus é um assalto!” aprendi no grito alto da companheira de caminhada.
Mas não estava legal, faltava algo, faltava birita. Gritei pro Zeca: “A gente se encontra na Candelária”, e tomei o rumo da São José em busca de um bar aberto.
Encontrei um na estação das barcas, cheio de gente bonita e azaração.
Com aquela cara pintada e a bandeira do Brasil no ombro, caída não sei de onde peguei moral.
A turma que estava ali tinha bateria, apito, um monte de ziriguidum, e eu, de cara mamada sou porta bandeira e mestre sala ao mesmo tempo.
A garotada me incorporou a turba e quando dei por mim já estava em Niterói, aos pés de Arariboia, bravo guerreiro que se postou ali depois do quebra-quebra dos anos 60.
Como fui parar em Jurujuba não sei.
Só sei que a moça que me livrou da porrada da PM, fugindo do cheiro do gás lacrimogêneo, gostou quando cantarolei para ela o hino da “Internacional Socialista”, e me curou do porre com café e banho.



Saturday, April 27, 2013

Pimenta Gourmet


Friday, March 22, 2013

Privilegiado é a mãe!


Bob Devasso ficou chocado com a entrevista que leu, em que o cara do jornal chama de privilegiado aquele que se considera classe média.
"Não sou nenhum privilegiado, muito pelo contrário, economicamente nunca estive tão na pior. Mas o capital cultural que acumulei me permite ver as coisas por um outro ponto de vista. Abomino a burrice, a mentira, a esperteza, a mediocridade, a falta de caráter, a insensatez, a preguiça, a intolerância, a covardia, o conformismo e tudo aquilo mais que me faz desacreditar num certo tipo de pessoa. Que pelo menos respeitem a minha inteligência humana antes de se apresentar como maioral."
Tudo bem que a bebida anda atingindo os seus neurônios, mas por que tanta indignação com uma simples observação sociológica.
Sujeito simples, nascido num bairro classe média de Niterói, Bob não é um cara afortunado.
Sem grana, fudido até, endividado até o pescoço por conta das pensões que tem de pagar a inúmeras ex mulheres, tem como patrimônio moral o fato de ser um cara safo.
E essa habilidade não adquiriu passando a perna em ninguém, muito pelo contrário, ajudou muita gente que hoje posa de indiferente a sua pessoa.
Estudou em boas escolas, públicas e privadas, cursou faculdade e se especializou.
Não fosse os inúmeros casamentos seria um cara abastado, com carrão do ano e coisa e tal.
Mas a putaria sempre atraiu o seu olhar, levando-o a desfechos sempre desfavoráveis nos relacionamentos amorosos.
Mas onde eu estava mesmo? Ah, sim, na dissertação sociológica que classifica Bob Devasso como privilegiado.
Bob Devasso é um sujeito classe média de carteirinha, disso não escapa e sente orgulho.
Culturalmente já passou por todas. Artes plásticas, música, teatro, literatura. Frequentou Museus, Óperas, ouviu jazz e bossa nova. Esteve na passeata dos 100.000 e namorou a musa da escola. Aprendeu a gostar da boa mesa e frequentar bons restaurantes.
E desse patrimônio cultural ele se orgulha.
Agora, privilegiado tendo conseguido tudo sozinho, sem nenhum favor sexual de mulher nenhuma (ou homem, vai lá). 
Certo que as tias, a mãe o ajudaram a ser um cara antenado e inteligente. Mas foi só estímulo, nada mais, pois todas eram umas duras de dá dó.
Mas vamos deixar prá lá essa discussão. Fiquemos com a derradeira frase de Bob ao telefone:
"Privilegiado é a mãe, seu babaca!".

Saturday, January 26, 2013

Pra Gringo Entender o nosso Botequim (1)


"The food of bar with its variations, today attends not only the" butt out "of Copacabana, as food restaurants to pound the town center, in a varied range of fashionable places, with anonymous public celebrity, celebrity-filled. This menu tasting the term "suburban" is employed to honor the gourmeteria of biroscas and b & BS in Rio that produce botequices of the highest quality. "

Thursday, October 25, 2012

Por um dólar, até eu comia a virgem!


Bob Devasso entrou pelo boteco exultante: "Quase levei!"
Todos se entreolharam boquiabertos querendo saber o motivo de tamanha alegria.
Teria acertado a quina na mega-sena, ou 14 dos 15 números do loto fácil?
Conversa vai, conversa vem, uma dose de quinado, uma de 51 depois vociferou:
"Me apaixonei  pela virgem de Santa Catarina. Não aguentava mais ver aquele rostinho angelical estampado nos jornais  a procura de um macho para lhe tirar a virgindade. Então entrei na internet e dei um lance: 1 dólar!"
Justo o dólar do almoço do mês na pizzaria, que eu paguei. Mas deixa para lá!
Bob é um canalha, e como um bom canalha e dado a canalhices, já se sabia.
Agora, dar um lance de 1 dólar para comer a ninfetinha da vez, essa não!
Fosse o Oscar Maroni, outro canalha, o rei da noite de Sampa, dono do maior bordel de luxo da América Latina, vai lá!
Mas Bob não. Vivia sem um puto no bolso já que o seu tem que entregar todo mês a justiça para pagar a pensão de alguns filhos de ex. E não são poucos.
Oscar Maroni não! É canalha de luxo, chegado a orgias com as melhores garotas de programa de São Paulo.
Aliás, sua declaração de que a Virgem de Santa se ofereceu a ele por mixas 100 mil reais, além de sórdida é merecedora da reprovação de feministas declaradas. Mixaria sim, diante do milhão e meio que a garota vai levar para dar sua bucetinha virgem durante uma hora, para um japona maluco.
Por isso perguntei ao Bob: "Você acha que por um dólar você ia comer aquele piteuzinho?"
Foi ai que veio o inusitado da história. 
Bob tinha morado por uns tempos em Santa Catarina e foi vizinho da menina sem saber quem era ela. 
Certo dia subiam de elevador no prédio em que moravam e ela falou: "Tio! Dá pro senhor apertar o 5º andar?"
Tinha sido essa a única vez que se viram, o único encontro que tiveram. 
Mas bastou, ficou gravado na memória de Bob aquele sorrisinho ingênuo de agradecimento.
Mal sabia que anos depois abrindo a internet ia se deparar com o mesmo sorriso de Mona Lisa ilustrando a história do leilão.
"Vai que ela se lembre de mim. Vai que tenha se apaixonado também” exclamou já meio bêbado, para filosofar depois:  
“Mulher apaixonada emburrece, troca dinheiro por qualquer jura de um canalha."
Pode ser, mas por um dólar... Sei não!

Thursday, September 20, 2012

Os Urubus Continuam Voando de Costas em Niterói


Estava aqui quietinho sentado na minha mesa do boteco quando ouvi uma porradaria lá fora.
Resolvi investigar o que era, e vi dois velhos amigos, PT e PDT, que sempre estiveram juntos em Niterói saindo no pau, brigando pelo seu quinhão.
O assunto da discussão dos dois era "política cultural", assunto em que estive metido a maior parte da minha vida.
Niterói sempre padeceu por falta de identidade.
Cidade pequena, sem tevê e rádio, e jornais sempre a serviço dos manda-chuva de plantão vive de ficar olhando o pão-de-açúcar, admirando os aviões subindo e descendo do aeroporto, sonhando em um dia voltar a tão sonhada capital de um estado.
Mas como isso não é possível resolveu optar por ser um "bairro" do Rio de Janeiro e importar tudo o que há do outro lado da poça e no resto do mundo.
Só que pelo caminho errado. Como a dinastia que há anos domina a cidade tem seus sonhos socialistas, misturou as viagens de Castro com as de Mitterrand, transformando-se na cidade com, talvez,  o maior índice de intervenção estatal do Brasil.
Tem ballet, orquestra, gravadora, editora, e uma porção de equipamentos e espaços ociosos pertencentes aos estado.
Fosse Niterói São Paulo, Recife, Porto Alegre ou outra cidade com grandes recursos culturais e muito dinheiro para gastar tudo bem. Mas não é o que acontece.
A cidade tem problemas risíveis de infraestrutura, uma periferia que despenca a primeira chuva, e uma tendência a dormitório-privada que faz dela o paraíso da classe média mal resolvida do Rio.
A cidade não "fomenta", a cidade "faz". E quando faz faz mal feito, ou pela metade.
Vejamos o caso de um destes desmandos estatais, a "Niterói Discos".
Ainda há pouco visitei o site da gravadora para ver como faço para comprar os discos da rapaziada amiga e talentosa de cidade de Niterói.
Ex-agitador cultural da cidade, hoje moro na roça, a 120km de distância.
Lá não encontrei nenhum caminho que me indicasse como comprar, uma loja, ou um link para as loja de comercialização de tão excelente catálogo.
E é ai que me pergunto: será que em todos esses anos de existência não apareceu ninguém interessado em comercializar tal catálogo, ou é assim mesmo, os discos são apenas parte do acervo cultural da cidade, lançados em pequenas edições para colecionadores, experts e fãs que comparecem aos shows de lançamento?
Tenho uma página no Facebook e vi as fotos do lançamento do CD da cantora Adriana Ninsk.
Deve ser um puta CD, ela fera, com um time mais fera ainda.
Mas vou ficar no desejo, pois no site, além do disco nem constar do catálogo (nem os outros que vi sendo falados no facebook), não tem preço de nada.
Dou força a rapaziada para buscar um webmaster, ou uma dessas lojinhas virtuais "grátis" disponíveis para se organizar.
Senão, parafraseando Sergio Porto irão continuar voando para trás como os urubus.

Thursday, July 12, 2012

Concurso Roda de Boteco nos Bares de Brasília


Agência Brasília – Começa na quarta-feira 11, a 3° edição do Roda de Boteco. A competição, que vai até o dia 31 de julho, promete mais uma vez movimentar a cidade, estimulando a gastronomia de boteco e o resgate da boemia. A partir do voto do público, o concurso vai eleger o Melhor Bar, Melhor Boteco e Melhor Atendimento.

O festival é realizado pela Ecos Eventos em parceria com o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) e o Ministério da Cultura. Conta ainda com apoio institucional do GDF, Secretaria de Turismo, Secretaria de Micro e Pequenas Empresas, Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), Guia BHR e DF Suíno.

Para participar, é preciso consumir o petisco elaborado por cada estabelecimento, especialmente para o evento, e solicitar a cédula de votação. O cliente deve preencher os dados pessoais e dar notas, considerando o sabor do petisco, a qualidade do atendimento, o serviço de bebidas e a higiene do local.

Ao todo, são 30 bares e botecos inscritos, com petiscos que este ano estão com valor de R$ 15. Sucesso nas cidades de Vitória (ES), Colatina (ES) e Recife (PE), o evento pretende também aumentar o movimento nos bares de Brasília ao longo do período de disputa. Na capital capixaba, onde o Roda de Boteco está em sua oitava edição, um aumento de 60% na movimentação dos bares participantes foi registrado, segundo dados do Sebrae do Espírito Santo.

Show – A festa de encerramento e premiação, o Botecão, no dia 4 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, será marcada pelo show do sambista Diogo Nogueira, além de atrações locais. Neste ano, os organizadores prepararam ainda uma novidade: os ingressos serão trocados por notas fiscais que comprovam o consumo do petisco. No total, disponibilizados 3.500 ingressos para troca. Para ter direito à entrada, o cliente precisa solicitar a nota fiscal no final do serviço, onde poderá ser constatado o consumo do petisco do festival.

De porte da nota, o cliente se encaminha ao posto de troca, localizado no Restaurante Esquina Mineira (704/705 Norte), para trocar pelo ingresso. Cada petisco consumido vale 01 ingresso. No Botecão, serão premiados os vencedores de cada categoria. Na categoria bar e boteco, troféus para o primeiro, segundo e terceiros lugares, incluindo premiação de R$ 1 mil para o primeiro colocado.

Na categoria Melhor Atendimento, os garçons estarão concorrendo aos prêmios de R$ 1 mil para o primeiro lugar, R$ 700 para o segundo e R$ 500 para o terceiro colocado e terão ainda a chance de aumentar a quantia. Isto por que, caso o garçom vencedor tenha participado da capacitação, o SINDHOBAR irá dobrar o valor do prêmio. O treinamento, que inclui uma palestra sobre o empreendedorismo individual e um curso específico sobre o festival, será realizada no dia 9 de julho no auditório do Sebrae.

Friday, June 29, 2012

Vingança de mulher

Das sacanagens da vida a gente não esquece. Perdoa, mas não esquece.
Bob Devasso era um daqueles românticos que vivia guardando coisas velhas.
Fotos antigas, recortes de jornais, papel de bombom, guardanapo com bocas de namorada, frases de amor anotadas em pedaços de papel e todo mais aquele montão de tralhas que os babacas costumam guardar.
Cachaceiro inveterado, boêmio contumaz não queria saber de outra coisa não fosse música, poesia e azaração.
Mas sempre apaixonado.
Cada mulher que deixava era um porre, uma bacia de lágrimas secada com toalha de bar.
Certa vez, meio a perigo deixou de pagar a pensão de certa ex.
A mulher, que do trabalho fugia para não ter o que fazer, vivia atrás do coitado pedindo dinheiro.
E ele metido a malandro levava ela pro canto, dava uns beijinhos, e pronto! Botava na mão da doida uma merreca que ela carregava toda feliz.
Não, Bob Devasso não é o Cadinho da novela. Parece mais não é.
Tinha de diferente o gosto pela cachaça, pelas rodas de samba no buteco.
Mas sabe como é com mulher não se brinca.
Não é que o puto, endividado e sem emprego deixou de pagar de vez a pensão da dona encrenca!
Corria a noite tranqüila, música nova, batucando sua caixinha de fósforo sentado a mesa, acompanhado por uma loura gelada e um copo de conhaque, quando adentra pelo salão quem?
A própria, a mulher do barulho, incorporada de um verdadeiro satanás.
Trazia nas mãos uma caixa, meio pesada, e na cabeça a cobrança: "Ou me paga agora, ou fodo contigo!"
Bem que ele tentou levá-la pro canto. Mas não deu!
Argumentou o que podia, mas não tinha saída. Ela queria dinheiro!
Como quem não se importasse deu de ombros e continuou a batucar na mesa.
Diante de tamanha indiferença, eis que a pomba gira da mulher se encaminha para o banheiro com a pesada caixa nas mãos, e de lá sai estampando um sorriso de vingança nos lábios.
Não demorou muito, e o primeiro que ao reservado se dirigiu voltou com a notícia: "Bob, tua vida virou merda!"
Não é que a porra louca da mulher deitou todas as tralhas que estavam contidas na caixa no meio do mijo e cagalhão e deu descarga.
Eram as lembranças do Bob, que desde então virou devasso.

Tuesday, May 29, 2012

Roda de Boteco divulga vencedores da 6ª edição


Siri na Lata, petisco do bar vencedor

Do site do Jornal do Comércio Online










A 6ª edição do Roda de Boteco no Recife divulgou o resultado dessa verdadeira disputa saborosa, que aconteceu de 19 de abril a 20 de maio, em 28 bares e botecos do Recife, Olinda e Jaboatão. O Roda de Boteco é uma realização da Ecos Eventos e conta com patrocínio da Prefeitura do recife, por meio da Secretaria de Turismo. Confira os vencedores:

» Categoria Bar

1° lugar
Capitania Forneria e Mar, em Olinda, com o petisco Siri na Lata, feito com carne de siri gratinada com farinha panko e ervas aromáticas, servida com pipeta de pimenta e limão.

2° Lugar
CIA do Chopp, em Boa Viagem, com o petisco Cinderela Queijuda, com cebola, alho, azeite, camarão e abóbora.

3º Lugar
Guaiamundo Bar, em Casa Forte, com o petisco Achadinho de Camarão, feito com filés de camarões no molho especial com leve toque de mostarda, acompanhado de torradas de alho.

» Categoria Boteco

 1º Lugar
Derbilhar Sinuca Bar, no Derby, com o petisco Aperta que ele berra, com bolinhas de bode acompanhadas de molho do pasto.

 2° Lugar
Ponto do Caldinho Praia, em candeias, com o petisco Charque no Ponto, com charque desfiada, puxada na cebola, acompanha aquela farofinha de cuscuz e complementada com vinagrete.

3° Lugar
O Pescador, no Cordeiro, com o petisco Camarão na Tarrafa, feito com camarões empanados mergulhados no molho de cerveja e curry.

» Melhor Garçom

1º lugar - Fábio José da Silva, do Boteco O Pescador
2° Lugar – Ricardo Rodrigues Pinto, do Boteco Derbilhar SinucaBar
3° Lugar – Leandro Martins de Lucena, do Manauê Cozinha Regional e Bar

Thursday, May 24, 2012

Cook Boteco Service: Um Serviço Inovador


Chef de Cozinha Byra Di Oliveira
Como explicar a trajetória de um homem que viveu a maior parte da sua vida na cidade e se isolou no campo, de onde só sai para levar às residências e empresas sua gastronomia de cunho popular, mas de muito bom gosto. 

Esse isolamento começou depois que, criador que foi do primeiro "boteco em casa" da web há 7 anos atrás, não conseguiu reunir o número suficiente de amigos para montar um bar localizado, embrião de uma futura franquia. 

Dessa frustrada experiência nasceu a idéia de abandonar, numa certa medida a onda que se criou das festas com o tema boteco, para desenvolver cardápios diferenciados, e utilizar tão somente a internet para se comunicar com os clientes, se firmando em pouco tempo como um "personal boteco", tendo alcançado a marca de 5.000 convidados atendidos e introduzido, definitivamente, o conceito da “comida de boteco” no setor de alimentos e bebidas para festas e eventos.

"Meu espírito empreendedor manifestou-se aos 11 anos de idade quando, garoto pobre, montei uma barraquinha para vender fogos juninos em frente a minha casa. Dai vieram inúmeras idéias de empreendimentos, como um clube recreativo, um jornal juvenil e muitas outras pequenas realizações adolescentes.

Antes de tornar conhecido o meu ''cook service" me graduei em Administração pela UFF, e me formei como Cozinheiro Chefe pelo SENAC. Também freqüentei cursos e workshops com José Hugo Celidônio, Maria Tereza Wess, e outros grandes chefs e culinaristas.

Esta minha atividade na área gastronômica se deu conjuntamente com a construção dos meus 40 anos de vida profissional em empresas públicas, nacionais e multinacionais; e com a longa passagem que tive pela vida cultural, onde produzi discos, shows e eventos institucionais, fui cantor e comunicador infantil, e ainda sou escritor adulto e infantil, e compositor letrista popular. 
(clique para ver a trajetória do Chef na área cultural) 

Com o meu BOTEQUIM EM CASA, o mais antigo e único a trabalhar exclusivamente com este tipo de culinária venho efetuando um resgate da chamada comida de botequim enquanto gastronomia de bom gosto, introduzindo conceitos que aprendo na minha convivência com o campo, onde vivo um estilo de simplicidade voluntária, longe do stress da grande cidade, reconhecendo que o meio ambiente é fator importante na qualidade da alimentação.

A originalidade do deste meu trabalho está na sua nova maneira de conceber o negócio de alimentos e bebidas em domicílio, que foge ao modelo de atendimento fechado dos serviços de buffet para realizar um único evento por data com a proposta de um novo padrão de preço dividido em atividades, oferecendo ao cliente a possibilidade de pagar aquilo que realmente necessita.

Com isso, acreditando que é possível oferecer um serviço de qualidade superior a um preço acessível tornamo-nos o primeiro 'butiquim virtual' a operar em residências, clubes e condomínios como se fosse num verdadeiro bar e restaurante, com cardápios de comida típica e uma enorme variedade de salgados, pratos, comidinhas e petiscos, orçados pelo justo valor e qualidade do serviço."


Página do site www.seubotecoemcasa.com.br 

Tuesday, May 22, 2012

A Rio Restaurant Week 2012



O Rio Restaurant Week aporta na cidade maravilhosa em sua 6ª edição. O evento, que nasceu em Nova York, ocorre entre os dias 21 de maio e 03 de junho e traz mais de 50 restaurantes cadastrados. Clientes MasterCard Black e Platinum terão a oportunidade de aproveitar exclusivamente o evento com uma semana de antecedência, entre os dias 14 e 20 de maio.
Os menus vão custar R$31,90 no almoço e R$43,90 no jantar incluindo entrada + prato principal + sobremesa. Cada restaurante vai oferecer duas opções de cada item para que o cliente escolha o de sua preferência. Bebidas, couvert e serviço não estão inclusos no valor.
As reservas poderão ser feitas online e em tempo real no site do festival gastronômico (www.restaurantweek.com.br). A ideia é uma parceria com a empresa Restorando e é válida apenas para as casas que optarem pelo serviço, para os demais, as reservas podem ser feitas diretamente nos restaurantes.

Saturday, May 19, 2012

A Feira Internacional de Produtos para Gastronomia, de Chicago, USA


A próxima já está programada

Quem quer montar o enxoval do seu restaurante ou espaço gourmand encontra absolutamente tudo na "International Food Service Market  Place" de Chicago, USA: louças, utensílios, acessórios de atendimento, móveis. Arquitetos e designers de interiores conseguem montar um restaurante completo em uma única feira, com esbanjo de bom gosto e uma variedade de tendências atendendo do simples boteco ao ambiente multiestrelado.

A National Restaurant Association (NRA) Show em Chicago ocorreu entre os dias 5 e 8 de maio. É um dos poucos lugares e eventos do mundo que reúne 58 mil profissionais de mais de 100 países a 1,8 mil expositores. A NRA reúne empresários e apresenta novos conceitos com a finalidade de desenvolver oportunidades de negócio, eficiência em termos de energia, implementação de medidas de segurança para ajudar não apenas o seu estabelecimento, mas, mais importante ainda, o meio ambiente. Como fonte de conhecimento, a NRA também tem estandes conduzidos por especialistas em educação, onde mais de 70 sessões gratuitas fornecem conhecimento sobre tópicos atuais, abrangendo áreas de interesses múltiplos que podem fazer diferença aos operadores de restaurante, aulas para demonstrar a boa cidadania corporativa, palestras sobre como lidar com seus funcionários, treinamentos e orientações a estudantes sobre sustentabilidade.

Durante o evento, os visitantes podem apreciar toda a gama de produtos disponíveis nos EUA e ver como são capazes de obter o resultado perfeito com as suas supermáquinas de preparação para todos os tipos de alimento, elevando a qualidade ou sabor do produto, demonstrando novas ideias, novas técnicas e tendências.

De fato, caminhar pelos corredores desta feira exige disposição e boa forma. Tenho a sensação de ter caminhado em cada um deles, recebendo tantas informações que, para fazer a triagem delas, exige atenção redobrada. Dos equipamentos apresentados, em minha opinião, um dos “brinquedos” top é o forno espanhol Josper que atende até 500 pessoas por dia usando apenas 15 quilos de carvão, com uma grelha inferior para carnes e outra superior para cocção em panelas de ferro fundido. Quem opera não pode sair da frente do equipamento que trabalha de porta fechada, segredo da economia de carvão e transferência do aroma para as panelas da grelha superior. Se virar as costas por tempo demais o alimento passa do ponto...

Outra maravilha é o preparador de alimentos Ribot ( nome de um famoso cavalo de corrida que tinha porte rústico e mesmo assim ganhava tudo) da Italiana Telme. Ele cozinha na temperatura, velocidade, modo de emulsão que você programa e, uma vez o alimento pronto, abate a temperatura dele em 15 minutos para 5 graus positivos, proporcionando segurança alimentar quando se trata de guardar o produto para uso posterior. Ele faz caldos, cremes, molhos, bolonhesa, ragouts, ensopados e vai até 18 graus negativos para preparar sorvetes, sorbets e outras sobremesas que apenas precisam ficar geladas no preparo e consumo.

Sonhei com a qualidade dos insumos apresentados, carnes maturadas ricamente marmorizadas, queijos do Wisconsin e outros estados que deixaram meu paladar de francês chauvinista com as papilas estremecidas, frutos dos mares do Alaska e outras águas abençoadas, mini vegetais de quase todos os tipos imagináveis, enfim, a NRA não é só para encantar profissionais, o bom gourmet não perde a viagem...

Ano que vem, tem mais ....

1º Festival do Tira Gosto em Guaratinguetá, SP


A Associação Comercial e Empresarial de Guaratinguetá, em parceria com a Secretaria de Turismo de Guaratinguetá, realiza neste final de semana, nos dias 18, 19 e 20 de maio, o 1º Festival do Tira Gosto na Praça Conselheiro Rodrigues Alves, em Guaratinguetá.

O evento irá contar com a participação de dez bares e restaurantes de nossa cidade, que levarão até a Praça três tipos de tira gostos, ao todo 30 tipos, no valor único de R$10,00 para cada prato. As bebidas também terão preço padronizado.

Além dos petiscos de boteco, também haverá atrações musicais, atrações para crianças e um ambiente agradável para toda família.

Na sexta-feira, haverá apresentação do grupo Nó na Madeira, sábado teremos a apresentação da Tenda do Samba e domingo a Banda Amigos do Lé.

“Nosso objetivo é, além de fomentar o comércio de nossa cidade, promover um final de semana agradável para as famílias e turistas que vem visitar a nossa cidade, tornar nossos restaurantes e bares conhecidos e dar a oportunidade de todos conhecerem e provarem diversos pratos de nossa culinária”, afirma a presidente da ACEG, Márcia Molina.

O evento começa dia 18 de maio, sexta-feira, das 15h às 22h e no sábado, 19 de maio, e domingo, 20 de maio, das 10h às 15h.

Além disso, sábado, dia 19, ao meio-dia, acontece na Praça Conselheiro Rodrigues Alves o sorteio da campanha do Dia das Mães – Você e Sua Mãe em Foz do Iguaçu.

Mais informações, entrar em contato com a ACEG pelos telefones 3128 2208 ou 3128 2219.

Thursday, April 26, 2012

Vassouras realiza seu IV Festival "Sabores de Botequim"


Entre os dias 04 e 13 de maio, a cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro recebe a quarta edição do Festival Sabor de Botequim, criado para divulgar a cultura enraizada nas cidades do interior fluminense, além de valorizar a qualidade e importância dos produtos regionais. O evento oferece, além da tradicional comida de boteco, workshops de culinária e fotografia, degustação de carnes nobres e, ainda, um passeio pela cozinha internacional, da tailandesa à clássica massa italiana. Tudo isso regado a muita cerveja artesanal, cachaça e vinhos das melhores safras.

Os comensais poderão apreciar uma brasileiríssima feijoada, ao som de pandeiro e cavaco, no “Feijão de Bamba, Cachaça e Samba”, sob o comando da Chef Katia Lopes do Aconchego Carioca. Para aqueles que preferem ares mais sofisticados, uma ótima pedida é o “Ricette della Nonna”, que promete um jantar ítalo-brasileiro com Gnocchi de Baroa e Ragú de Carne Seca, preparado a quatro mãos pelos Chefs Alexsandro Roppe e Eduardo Ferreira, com direito a sommelier e tudo. Já quem gosta mesmo é da cultura regional, tem espaço garantido em “Petiscos Magníficos”, com os Chefs Frederic Mounnier e Julien Mercier, que prepararão, entre outros quitutes, Pastel de Acém Confit na Cachaça e Couve Frita e “Deliciosa Sustentabilidade”, com Chef Lucas Mendes, que utilizará produtos locais como Queijo Solidão no preparo de suas receitas como Bolinho de Arroz Piamontese e Beijo na Boca – um escondidinho com língua defumada no recheio. Opções não vão faltar!

Dezessete Chefs no total, além dos já citados, incluem ainda David Mansaud, Jan Santos, Camila Coura, Ygor Ytalo, Antônio Índio, Eduardo Ferreira e Mirka Lage, entre outros, que se revezam em doze locais na região de Vassouras: Mara Palace Hotel, Varandas, Casario Shopping, Fazenda Carvalheira, Churrascaria 393, Sputnick, Sem Comparação, Hotel Santa Amallia, Vassouras Eco Resort, Botequim Oficial, Casa de Cultura de Vassouras e Fazenda Magnífica. O objetivo é agradar a todos os paladares. Diferentes propostas em diferentes ambientes, sempre se adequando às peculiaridades dos Chefs responsáveis.

O encerramento do Festival será na Praça Barão de Campo Belo, no Centro Histórico de Vassouras, às 12h. Em comemoração ao Dia das Mães, os organizadores apostam numa festa super especial: “Mamãe vai ao Boteco”, que inclui um workshop gastronômico e uma degustação gratuita, orientados pelo Chef Marcio Moreira. Para fechar com chave-de-ouro, logo após a aula, os visitantes terão a chance de se deliciar com um prato típico de botequim, preparado na Panela Brasil, uma panela gigante capaz de fazer comida para até 1000 pessoas de uma só vez.

A programação completa do IV Festival Sabor de Botequim pode ser encontrada no endereço eletrônico www.sabordebotequim.com .

Monday, April 23, 2012

Boteco em Casa

Procurando um boteco para fazer uma festa em casa? Pois então faça com quem entende.
Aqui uma dica dos melhores serviços para a sua comemoração.

Rio de Janeiro:

BOTECO DO BYRA - ITINERANTE
Contatos: emcasa@botecodobira.com.br
Tel: (21) 4063-9883 (Barra/Zona Sul/Niterói)

BOTEQUIM INFORMAL
Contatos: informalfazafesta@botequiminformal.com.br
Tel.: (21) 7827-5957

ACADEMIA DA CACHAÇA
Contatos: festa@academiadacachaca.com.br
Tels.: (21) 2529-2680/2492-1159 (Barra/Leblon)

CHICO E ALAÍDE
Tels: (21) 2512-0028

São Paulo:

BONIFÁCIO
Contatos:
Tel.: (11) 2579-9909

Friday, April 20, 2012

Festival Roda de Boteco agita Recife a partir desta sexta-feira


A partir desta sexta-feira (20), o Recife sedia a 6ª edição do Roda de Boteco, o festival gastronômico com petiscos exclusivos em bares e botecos da cidade vai premiar os melhores estabelecimentos e garçons. Vinte e oito pontos já se cadastraram e participam do evento até 19 de maio. Este ano, o slogan do Roda é "Mais do que um festival, um grande encontro de amigos". Os pratos participantes do concurso custam R$ 12,90 com um detalhe, a primeira cerveja é de graça.

Serão premiados os estabelecimentos com mais pontos nos quesitos: tira-gosto, atendimento, temperatura da bebida e higiene. Os pontos comerciais participantes estão sinalizados com banners, cartazes, displays de mesa, encarte de cardápio, urna, cédulas de votação e garçons com o avental do festival.

Na 6ª edição, o festival tem uma novidade para os apreciadores do bom boteco. A promoção vai dar ao botequeiro um ingresso para  Festa do Botecão. É só visitar os 28 bares/botecos participantes, provar o petisco e pedir para carimbar o passaporte. Completou, ganhou um ingresso. A festa de encerramento acontece no dia 26 de maio, no Clube Português com shows de Arlindo Cruz, Grupo Família, Batuk de Bamba e Só na Marosidade.

Saturday, March 17, 2012

Boteco em Casa: Monte o Seu

www.butiquimvirtual.com.br 
Na busca do crescimento e aprimoramento do seu negócio todo empresário precisa de uma clientela selecionada. 
E para isso você é muito importante!
Indique-nos ao restaurante ou café do seu condomínio, aos seus clientes e amigos empreendedores, ou seja você mesmo um parceiro que lhe ofereceremos um bom retorno.
Estamos na busca de parceiros realizadores que queiram investir ou ampliar os seus negócios, implantando um serviço no estilo "festa em casa" no seu estabelecimento.
Também temos estrutura de boteco itinerante para promotores e agências de publicidade que queiram associar a imagem dos seus clientes a um legítimo botequim carioca, em feiras, eventos e exposições. 
Além de endereços com boa visibilidade na internet oferecemos a experiência de quem há 6 anos atua com pioneirismo no ramo de alimentos e bebidas com serviços de bar e restaurante em casa, e mais de 5.000 convidados bem atendidos, como criadores do conceito de "botequim em casa". 

Oferecemos
>> Conforto Para o Seu Cliente
>> Excelente Garantia de Investimento
>> Boa Lucratividade
>> Suporte Operacional
>> Ligue grátis no horário comercial

Tuesday, March 13, 2012

A Segunda Edição da São Paulo Boteco Week



Cada bar ou boteco participante irá elaborar três opções de combinações de comida típica de boteco + bebida especialmente para o evento.Quem pensa que por conta do preço especial as combinações serão minguadas está enganado.Por ser uma semana especial e temática, o ideal para ganhar novos clientes é caprichar nas combinações e é exatamente isso que os participantes estão fazendo.
Alguns clássicos da culinária de botequim, como a unânime porção de fritas, da Casa da Sogra e algumas novidades, como a coxinha de feijão, do Tubaína Bar, devem fazer o público movimentar a cidade em busca das delícias oferecidas pelos bares e botecos participantes.
Veja algumas das combinações:
- Bolinho de tapioca com queijo coalho e geléia de pimenta + 2 chopes Braumeister, no Gorila Café;
- Aspargos verdes com queijo Brie e presunto Parma com 3 chopes Heineken claros 300ml, no Fort London;
- Coxinhas recheadas com frango e catupiry + 1 chope Warsteiner, no Murymarelo;
- Frango a passarinho + 2 caipirinhas de cachaça, no Esquina Grill;
- Filet mignon aperitivo + 2 cervejas Budweiser 600ml, no Bar Providência;
- Caipirinha feita com cachaça, tangerina e mangericão + escondidinho de camarão, no Quintal Bar e Restaurante.
A primeira São Paulo Boteco Week, em formato experimental, ocorreu em agosto de 2011 com 7 bares participantes. Ente eles o estrelado Bar Higienópolis e o tradicional Elídio Bar.
Nessa edição, serão cerca de 30 participantes, com destaque para o tradicional Amigo Giannotti, Quintal Bar e Restaurante, Tubaína Bar, Caiubier, Caos, Casa da Sogra, BarTira, Pompéia Bar e Pompéia Pizza Bar. A lista completa dos participantes estará disponível no site oficial da São Paulo Boteco Week no dia 10 de março.
São Paulo é uma das capitais mundiais da gastronomia, com comidas de todas as partes do Brasil e do mundo, por isso a pergunta feita pela organização do evento de “Qual petisco tem cara de São Paulo?” promete dar o que falar entre uma combinação e outra.
A organização do evento planeja edições em algumas cidades do interior paulista, Curitiba e Salvador ainda este ano.
Sobre a São Paulo Boteco Week
Diferentemente de outras semanas temáticas que ocorrem na cidade de São Paulo como a semana dos spas (São Paulo Spa Week), a semana de restaurantes (São Paulo Restaurant Week) e a semana de moda (São Paulo Fashion Week), o setor de bares e botecos ainda não havia sido contemplado com uma semana exclusiva.
Embora São Paulo seja uma das capitais mundiais da gastronomia, nunca houve um evento oficial voltado para bares e botecos. A São Paulo Boteco Week, que está em sua segunda edição, é um evento único, voltado especificamente para este tipo de estabelecimento na cidade de São Paulo.
Uma cidade com cerca de 15 mil bares terá, durante uma semana, apenas os bares e botecos participantes da São Paulo Boteco Week.
O conceito da São Paulo Boteco Week é oferecer aos clientes a possibilidade de escolher entre três combinações de bebidas + comidinhas típicas de boteco, elaboradas especialmente para o evento, pelo valor único de 25 reais, cada combinação.
É um evento que nasceu com a pretensão de realizar outras edições e expandir seu conceito para outras cidades e estados.

Saturday, February 18, 2012

A Grande Nação Africana e a Feijoada do Chef no Carnaval 2012

Outro dia fui convidado a aplicar uma feijoada lá pras bandas de Jacarepaguá.
Como sempre fui logo me acercando no meu ambiente de trabalho: a cozinha.
Eis que começou um entra e sai pelos ambientes da casa, e aos poucos, atraídos pelo cheiro da comida, um a um os convidados se aproximaram da cozinha trazidos pela dona da casa, que queria lhes apresentar o responsável por aquele perfume de feijão.
Não sabia do que se tratava, nem para que fim era o evento.
Só sei que a cada minuto que passava para apresentação dos acepipes subia em mim o sangue da responsabilidade de cozinhar para tão ilustres pessoas.
Primeiro o dono da casa, um conhecido político do partido do poder. Depois sua mãe, uma genuína ex-cozinheira carioca que por um bom tempo foi responsável uma das mais famosas feijoadas do Rio, a do Bola Preta.
E foi chegando gente, e a cada figura que chegava expressava o meu orgulho de estar cozinhando para tão importantes pessoas.
Ao presidente da escola de samba presente perguntei o porque de não estarem ali as suas tão conhecidas. Sorriu e aguardou a chegada a mesa do frugal prato.
Pronta a feijoada do chef, todos a caminho da mesa.
Mais políticos e um conhecido sambista, quase um embaixador do Brasil em terras africanas.
Eis que a surpresa maior se avizinhou. No meio de salamaleques se apresentou para puxar a fila do bufê o embaixador de uma conhecida nação africana, sua mulher e seu ilustre cônsul.
A comitiva de fartou e repetiu, encantados com aquele prato tão representativo da gastronomia brasileira.
Ao final, em meio a elogios e respingos do suor da minha responsabilidade, parecia soar o vozeirão do locutor no sambódromo para a nota que todos davam aquela milha performance: 10, NOTA 10!!!!
E ai irão me perguntar: em meio ao repique e aos tamborins do carnaval porque voltar ao assunto de tão discreta reunião acontecida há mais de um mês?
É que a grande nação africana será homenageada na avenida por uma escola, e todos que estavam ali presentes naquele evento vão ter um pouco mais de tempo para deliciar o embaixador com um pouco mais da nossa cultura.

Sunday, December 11, 2011

Mesa de Boteco escolhe melhor bar

A Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim vai promover um concurso para escolher os melhores bares da cidade. O Mesa de Boteco, como vai ser chamado o evento, será realizado entre os dias 3 de março e 8 de abril de 2012.

Monday, November 28, 2011

Botecos que fazem a nossa história - Casa Villarino


Certa vez minha amiga me ligou morta de saudades.
Tinha deixado o jugo de um ex-marido canalha e se mudado para São Paulo, transformando-se numa poderosa executiva da firma do pai.
Marcamos encontro na Estação das Barcas e saímos andando pela Antonio Carlos na direção do Villarino.
Como é divertido encontrar alguém que se ama de paixão, e que nos deu a grata direção da vida.
Tê-la ao lado sempre foi prazeroso, vizinha de um apartamento acanhado em Niterói.
Nunca achei que aquela mulher descolada, viajada, de dupla nacionalidade, professora de inglês num dos cursos mais badalados da cidade fosse se interessar por mim, ou melhor, que eu fosse me interessar por ela.
Tínhamos em comum a liberdade e os filhos, eu pai-mãe, ela pai-filha. 
A amizade, ou melhor, a relação corria bem até a chegada do ex-marido, um famoso ex-produtor de discos que transformou-se num gigolô de luxo regado a pó. 
Ela, que tinha largado o vício da cocaína e se apegado a cerveja e a cachaça, além de ter que manter o vício daquele puto, tinha que aguentar as grossuras do moço, ralé de lord inglês.
Para se libertar do jugo do destino pediu desculpas ao pai pela vida desregrada, e prometendo mudar mudou-se para São Paulo.
Ainda bem, se não ia acabar virando mulher de bandido, preso que foi o canalha com uma carga de coca no aeroporto de Orly.
Sentados ali no Villarino bebemos todas, jogando charme e contando estórias do passado, relembrando a relação.
Fomos os últimos a sair, caminhando cambaleantes na direção da Cinelândia.
Prestes a tomar a saideira no Amarelinho, ou quem sabe, tomar a direção da cama fizemos o caminho inverso.
Ela pegando um táxi da direção do hotel em que estava hospedada, eu pegando a primeira barca para Niterói.
Sábia decisão que me deixou saudade, e transformou a Casa Villarino num lugar da  minha história.

Thursday, October 20, 2011

Em roda de boteco se come de tudo (e a todas)

Dizem que o Rafinha Bastos, humorista do CQC e a mais influente celebridade do Twitter errou na dose da piada.
Nunca vi tanto ti-ti-ti por nada. Um escândalo para promover uma baranga.
Para mim não errou na piada, errou no foco.
Fosse o alvo uma Luiza Brunet, Adriane Galisteu, Malu Mader, Tiazinha, ou até mesmo a Sabrina Sato vai lá.
Mas Vanessa Camargo? O que que Rafinha Bastos viu de especial nela?
Gostosa? Boa de cama? Grande cantora?
De gostosa ela não tem nada, parece uma rolinha cantante, uma galinha garnizé sem currículo nenhum com grandes pegadores como Falcão, Roger (ex-Flu), André Gonçalves ou qualquer coroa diretor da Globo.
Se a piada tivesse sido "Comia ela e a mãe" até passava.
Dona Zilu Camargo, a mãe, até que está dando um caldo depois de separar do Zezé de Camargo, desfilando por ai com namorados trintões.
Essa revolta toda não se deve ao fato da citação ter incorporado na piada o pobre coitado do feto - que dizem, se ganhar a ação já nasce celebridade - mas sim a uma onda de enquadramento pseudo moralista da era Lula, com censores despontando em cada vertente, desde a imprensa ao ministério Dilma.
Já quiseram enquadrar as calcinhas da Gisele, as bolinadas e boiolices de Valéria e Janete do Zorra Total, o beijo gay das novelas, e por ai vai.
Uma nova geração de Solanges está surgindo, que terão certamente o apoio do Pedro Cardoso, ator e autor de um célebre manifesto moralista contra o nu nas novelas para defender as suas deliciosas crias.
Nesse assunto sou obrigado a concordar com o escroto do Frota: "O Pais está ficando cada vez mais viadinho!"
A piada "Como ela e ..." é corrente em qualquer roda de boteco, rede de vôlei de praia, pelada de fim de semana. Coisa de macho pegador, devasso, que não respeita nem a senhora sua mãe.
Mas como macho agora é coisa escassa, e a mulherada está tomada de um cinismo pseudo-moderno na luta pelos seus direitos, a moda está pegando.
Bons tempos aqueles que qualquer mulher curtia uma piada suja do vendedor de picolé, do gari de rua, do negão desdentado motorista de caminhão ou trocador de rua, para chegar em casa e meter ciúmes no marido dizendo que tinha sido elogiada pelo Rodolfo Valentino.
Valha-me "São" Nelson Rodrigues e sua dama do lotação!

Sunday, September 18, 2011

O Bistronomia Carioca, botequim em casa


Segundo os organizadores do Festival Comida Di Buteco uma das principais características de um verdadeiro boteco é ter o dono a frente do negócio, seja na cozinha ou no atendimento, não só garantindo o potencial culinário do estabelecimento, como também o perfil familiar caseiro. Aqui, um botequim em casa que tem o Chef atrás do balcão. 
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"O botequim em casa BISTRONOMIA CARIOCA se limita a apenas um evento por data, de forma a proporcionar ao cliente um tratamento personalizado, por um preço que certamente ele estará disposto a pagar, para incluir entre seus desejos a deliciosa experiência de comemorar com seus amigos e familiares um momento tão importante da sua vida.
Drinkeria decorada
A concepção de festa do BISTRONOMIA CARIOCA vai além da visão de um simples serviço de buffet, tendo no resgate da culinária brasileira de botequim enquanto gastronomia de bom gosto a sua especialidade.
BISTRONOMIA CARIOCA tenta reproduzir em seu serviço exatamente aquilo que o cliente espera de um bar ou restaurante moderno, com um atendimento que prima pela eficiência e máxima cordialidade.
E para manter a tradição e o pioneirismo de ser o primeiro a levar para as residências, clubes e empresas a verdadeira e original comida de botequim o Chef Byra Di Oliveira possui pessoal de cozinha gabaritado com os apetrechos necessários para execução do BISTRONOMIA CARIOCA durante um período mínimo de 4 horas, e que forma com ele uma equipe de serviço experiente para preparação de toda a comedoria, com pratos e talheres para a degustação.
BISTRONOMIA CARIOCA possui equipe para montagem de drinkeria e bar com chopp e caipirinhas de vodka, cachaça e saquê, e ambientação do local que remete a lembrança que todos tem dos antigos botequins cariocas."
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Foto e texto da divulgação.

Friday, September 16, 2011

Pequeno manual para uma boa caipirinha


PEQUENO MANUAL PARA UMA BOA CAIPIRINHA

A QUALIDADE DO LIMÃO
O limão corresponde a um terço dos ingredientes da caipirinha, só para entender a sua importância na receita. O mais usado é o limão Tahiti. Um exemplar médio, com bastante sumo, é o ideal. Para escolher, uma dica: limões com casca mais lisa costumam ter mais suco. Evite os que tiverem a casca mole: a fruta pode estar passada.

O AMARGO DO LIMÃO NÃO VEM DA CASCA
Nove de cada dez péssimas caipirinhas são amargas, e o limão quase sempre é o culpado.  Para evitar isso não é preciso tirar a casca, mas o miolo branco da fruta (columela) deve ser descartado.

LIMÃO EM GOMOS OU RODELAS, TANTO FAZ
Para conseguir tirar a parte branca do limão, é preciso cortar a fruta no sentido do ponto onde se prende o caule (diferente de como costumamos cortar laranjas para fazer suco). Depois, corta-se novamente pela metade. Assim, a parte branca fica na extremidade e é mais fácil retirá-la. Alguns preferem a fruta em rodelas, cortando as bandas do limão e fazendo um talho de cada lado para tirar o miolo branco. Depois é só fatiar em rodelas fininhas.

QUANDO USAR A COQUETELEIRA
Quando a caipirinha é de limão, prefira sempre fazer direto no copo. Coloque as quatro bandas da fruta no fundo do copo com a polpa virada para cima (assim, você evita macerar a casca e liberar o amargor). O próximo passo é colocar o açúcar em cima e amassar o suficiente para a fruta liberar seu sumo. Mas atenção: macerar demais vai amargar a bebida, mesmo com todos os cuidados anteriores.
Se a caipirinha levar outras frutas, como maracujá e frutas vermelhas, a coqueteleira pode ser usada. O resultado costuma ser mais leve e refrescante.

A ESCOLHA DO COPO
Antigamente só se usava o copo ‘old fashioned’ (copo baixo reto). Agora, todo mundo passou a usar o copo “princesa” (baixo, em formato de “V”), perfeito para a quantidade de ingredientes da caipirinha. Se for usar copos longos é aumentar a receita, exceto a de limão.

USANDO AÇUCAR OU XAROPE
Ambos podem ser usados, dependem mais do gosto do bebedor.
Os mais tradicionalistas não abrem mão do açúcar e gostam de sentir o drinque em etapas (mais e menos doce, conforme o açúcar vai se misturando à bebida).
Já os fãs das caipirinhas mais homogêneas, preferem o xarope, que não deixa resíduos de açúcar no fundo do copo. Fazer o xarope é muito fácil: leve ao fogo em uma panela 2 partes de açúcar para uma de água. Misture até virar uma calda transparente. Coloque em um frasco ou bisnaga e deixe na geladeira (na hora de substituir o açúcar, coloque 4 colher de chá no preparo na bebida).
Em ambos os casos, convém não exagerar na dose: caipirinhas doces demais são tão intragáveis quanto as amargas.

O USO DO ADOÇANTE
Pode, mas vai ser uma economia pequena perto das 150 calorias de uma dose de cachaça ou de vodca. Se ainda achar que vale a pena, usar três sachês de adoçante em pó em cada caipirinha de limão; dois para drinques de tangerina ou kiwi; e um só para frutas mais meladas, como manga.

A FORMA DO GELO
Gelo em cubos, sempre feito com água filtrada, e alguns quebrados para ficar mais refrescante. Depois de macerar o limão com o açúcar (ou o xarope, ou o adoçante), encha o copo com as pedras e coloque um pouco do quebrado por cima. Só depois adicione a bebida alcoólica escolhida.

O TIPO DE CACHAÇA
Não é preciso ser cachaça especial, envelhecida ou aguardente, mas é (sempre) mais indicado usar produtos de qualidade. Bobagem achar que a cachaça artesanal mineira, que você guarda no bar de casa, não pode ser usada para o drinque. Quanto melhor o destilado, melhor a caipirinha.

UMA FRUTA PRA CADA BEBIDA
As bebidas mais usadas para fazer caipirinha – cachaça, vodca e saquê – têm características muito diferentes. Então, é natural pensar que existem frutas que vão melhor com cada uma delas.
Como sugestão use as seguintes combinações:
.Caipirinha de Cachaça – com frutas cítricas, como limão (1 unidade), limão-siciliano (1/2 unidade), lima-da-pérsia (½ unidade) e frutas brasileiras, como jabuticaba (15 unidades).
.Caipirinha de Saquê – com frutas mais delicadas, como uva verde (8 unidades grandes), morango (7 unidades) e kiwi (1 unidade). Não use frutas cítricas nem ácidas.
.Caipirinha de Vodka – é a mais versátil e combina com quase tudo, exceto frutas muito cremosas, como banana e mamão.

USO DE ERVAS E ESPECIARIAS
Atualmente as receitas mais complexas estão bem em alta. Mas algumas combinações são mais bem-sucedidas do que outras. Prefira misturar hortelã com frutas cítricas ou ácidas e pimenta com as mais doces (maracujá, caju, carambola). Tenha parcimônia na hora de adicionar ervas muito aromáticas ao preparo, como manjericão e alecrim, que podem deixar o drinque intenso demais.

CAIPIRINHA NA JARRA, NEM PENSAR
Caipirinha tem que ser no copo, na jarra nunca vai ficar igual. Se quiser fazer dessa forma, o melhor é bater na coqueteleira, ir jogando na jarra e completar com gelo. Para atender a muitos pedidos o ideal é enfileirar os copos, cortar todas as frutas e fazer várias caipirinhas de uma vez só. Assim, todo mundo brinda junto e o resultado é muito melhor.

E quando for servir não esqueça do canudo e do guardanapo. As mulheres adoram...

Texto compilado da matéria “Aprenda a fazer caipirinha”, de Marina Fuentes para o Portal IG-São Paulo, com a colaboração de Gerson Bendzius, mixologista da empresa de consultoria em bares Drink Design, e do Souza, bartender do bar paulistano Veloso.